Leitura Obrigatória: Recordações dos Anos 90!

Leitura Obrigatória: Recordações dos Anos 90!

Eu sempre tive o hábito de ler, desde pequeno. E, por uns tempos, acabei deixando esse gosto meio de lado. Vieram os Discmans, MP3 players, iPods e Smartphones… Até que, recentemente, resolvi comprar um Lev – leitor de e-books da Saraiva, concorrente brazuca do Kindle.

E isso me fez lembrar de antigas “obras” que marcaram minha infância.
Por isso, resolvi fazer essa listinha-must-see-cheia-de-saudosismo:

 O Olho Mágico

Livro Olho Magico 3D

Na década de 90 o 3D estava na moda. E esse livro aí – que teve até uma segunda edição, de capa azulada – explorava esse nosso novo fascínio. As imagens, quando embaralhadas pela nossa vista, mostravam imagens em três dimensões. Para isso, você precisava fazer um processo que exigia que você ficasse com o nariz grudado na página e fosse afastando aos poucos.

O Joelho Juvenal

Joelho Juvenal

Que criança da década de 90 não tinha um livro do Ziraldo, não é mesmo? Eu tinha alguns, mas esse era o meu favorito: o Joelho Juvenal. Eu ficava super triste em colocar calças por achar que meu joelho ficava no escuro.

Manual do Escoteiro Mirim

Manual Escoteiro MirimManual do Escoteiro 1 2

Esse é uma raridade: o Manual do Escoteiro Mirim era o livro mais legal da galáxia. O meu, tadinho, era todo surrado de tanto que eu brincava com ele. O tio Patinhas e seus sobrinhos, Huguinho, Zezinho e Luizinho, mostravam como fazer várias experiências: de nós de marinheiro até pequenas atividades que te faziam sentir o próprio MacGyver! Ah: e os vários fascículos, juntos, formavam um desenho quando colocados um ao lado do outro!

Revista Dinossauros

Revista Dinossauros

A década de 90 também era recheada de coisas de Dinossauros. Tudo era mágico e incrível sobre a descoberta desses seres. Essa revista aí – produzida pela Editora Globo – vendia nas bancas e, junto a ela, vinha sempre um “pedaço” do esqueleto de um T-Rex. Você ia montando, mês a mês, um esqueleto completo… que brilhava no escuro! <3

Enciclopédia Barsa

Barsa

Pois é, crianças, esse aqui era o meu Google. O primeiro livro era praticamente só o índice, para se ter uma ideia do volume de informações. Mas o que eu mais gostava eram os dois últimos livros, que na verdade não tinham informações: eram páginas transparentes com gravuras de tudo que você possa imaginar! O que eu mais amava fazer, nessa época, era colocar um papel manteiga em cima de uma transparência dessas e recriar aquele desenhos com as minhas próprias mãos.

Sim, a modernidade é uma dádiva.
Mas essas coisas aqui em cima são inesquecíveis, e uma das minhas melhores lembranças! <3