Seja bichinha, seja bichona… SEJA BICHÉRRIMA!

Seja bichinha, seja bichona… SEJA BICHÉRRIMA!

Tem muita gente infeliz no mundo, e a culpa é das limitações que colocamos em nós mesmos quando buscamos nossa felicidade.

Cada um é de um jeito: tem quem goste de sexo hard, há quem prefira um amorzinho com carinho. E, no meio dos dois, encontramos uma variedade imensa de pessoas que gostam de tudo que a cama pode oferecer. Alguns são mais audaciosos, outros mais comedidos.

Quando falamos sobre comportamento e sexualidade, é a mesma coisa: há quem seja bicha machão, há quem seja bicha bichérrima. Mas ela, “a gay mais afeminada do grupo”, sofre um baita preconceito do mundo gay. Ela não pode ser diferente, não pode ser do meio, não pode ser lacradora. Na empresa em que ela trabalha, tem que “maneirar nos trejeitos”. Na casa da avó, tem que falar “das namoradinhas’. No perfil do app de pegação, tem que colocar que é “discreta”.

Se você “não curte”, não curta.

Mas também não ajude a dissipar o discurso machista que delimita como o homem “de verdade” deve se portar em público. As pessoas devem ser felizes como elas são, mesmo se isso for diferente do que você acha sexy em outra pessoa.

Precisamos nos acostumar a olhar as nossas irmãs bichas bichérrimas como elas realmente são, aceitar suas diferenças, e entender que essas nuances são o que as tornam especiais e capazes de amar a si mesmas e aos outros. Bloquear a sexualidade alheia é exatamente o que o resto da sociedade já faz conosco, diariamente.

Não é a purpurina que define o caráter de alguém, e sim como você lida com o brilho dela.

Por isso seja bichérrima, amiga bichérrima.
O mundo merece teu brilho 🙂