Desculpe o transtorno, preciso falar de Brangelina

Desculpe o transtorno, preciso falar de Brangelina

Era amor à primeira vista, mas acabou. Ele talvez tenha pulado a cerca, usado substâncias extras no cardápio de ervas, ficado mais nervoso vez ou outra. Ela também não é conhecida por ser uma pessoa fácil de se lidar: tem suas noias com a própria saúde, problemas familiares e no passado já chegou até a planejar a própria morte.

Eles estavam felizes, até não estarem mais. E a melhor coisa que duas pessoas podem fazer quando isso acontece é se separar. Não há porque discutir exaustivamente o sexo dos anjos. Quando a paixão acaba, a gente se separa para que o amor não morra. E para amar a gente não precisa dividir a cama e manter um anel dourado na mão esquerda, o amor é uma coisa muito maior que nos une através de uma série de outros fatores.

Você sabe, a gente nem precisa estar ao lado da pessoa amada para saber que a ama.

Quando a gente se segura demais no passado, nas nossas inseguranças e em quem pode ser afetado pela separação, a possibilidade de se machucar é muito maior. De machucar quem está por perto, idem. A separação não requer um pingo de coragem: basta assumir para si mesmo o que é melhor a ser feito, ir lá e fazer. Tirando a burocracia, é simples assim.

Não tem porque parar de acreditar no amor, pedir para cancelar 2016, achar que “se pros bonitos está ruim, imagine para mim“. Assuma seus desejos, suas vontades, suas necessidades. Trace seu caminho. O parceiro ideal vai te acompanhar, e o errado pode acabar ficando no caminho. Isso não significa falta de amor, só que em determinada bifurcação cada um optou por ir para um lado.

Clarice está melhor sem Gregório, não tenha dúvidas.
William e Fátima vão começar uma nova fase em suas vidas.
Angelina e Brad? Isso é problema deles, e só deles.

E não deixem que as manchetes dos jornais decidam qual é a informação importante do dia.
Combinado? Combinado.