Adeus, 2014! Uma ode ao futuro…

Adeus, 2014! Uma ode ao futuro…

O ano de 2014 foi incrível, não vou negar.

Eu fiz parte de projetos incríveis no trabalho, mudei a forma de me relacionar com as pessoas mais importantes da minha vida, relevei antigos problemas e me posicionei quando foi preciso. Foi o ano em que eu disse alguns “não” e o mais importante dos “sim”.

Este ano eu amadureci, sem sombra de dúvidas.

Mas este não é mais um post de retrospectiva, e sim uma ode ao futuro. As melhores coisas que aconteceram neste ano não foram por acaso, e sim fruto de um entendimento melhor de mim mesmo, da minha personalidade explosiva, dos meus piores defeitos e de um planejamento de futuro extremamente realista.

Eu não sou o Mark Zuckerberg, e nem quero ser. Tem uma frase do Tio Ben em Homem Aranha que diz tudo: “Com grandes poderes vem grandes responsabilidades”. Eu não nasci para ser poderoso ou podre de rico da noite para o dia, e jamais funcionaria assim. Em 2015 eu quero continuar crescendo profissionalmente, gradativamente, levando em conta não apenas o retorno financeiro, mas o quanto eu estou feliz com o meu trabalho. E acredite: uma coisa não tem nada a ver com a outra.

Viajar e conhecer o mundo se tornaram coisas indispensáveis. Em relação ao ano retrasado, 2014 me possibilitou viajar muito mais. E mesmo que tenham sido distâncias curtas, elas me abriram a cabeça para novas formas de entendimento do mundo e da minha posição nele. Por mais que eu me sinta um grãozinho de areia, em um único vento sou capaz de tocar toda uma população. Da roça à cidade grande, conhecer e interagir off-line com pessoas me traz um sopro criativo que nem o melhor café é capaz de despertar.

Escrever é a minha paixão, está mais do que comprovado. 2015 será o ano de mais textos, tanto aqui no mrsalles.com quanto no Salada de Cinema, onde continuo escrevendo sobre o gênero adolescente e sua influência na criação da (contra)cultura mundial. Mas, além disso, eu devo retomar a escrita do meu livro que – se tudo der certo – sai em 2016.

Em relação à família… Bem, a família… Será que somos capazes de relevar antigas discórdias por uma falsa impressão de felicidade, ou será que a manutenção de antigos problemas pode ser capaz de arrumar nossas relações de uma vez por todas? Eu não cheguei a uma conclusão, e nem acho que deva chegar. Algumas coisas precisam acontecer, sem interferência racional. O que eu posso dizer é que eu estarei sempre presente, sempre alerta, sempre disponível. Cuidar da família foi a minha prioridade número um, e continuará sendo. Mas vale ressaltar: cuidar não tem nada a ver com relevar, ou fingir que está tudo bem. Algumas vezes para cuidar é preciso reabrir antigas feridas e tentar fechá-las da forma correta.

E mais amor. Sempre mais amor.

Cada vez mais amor.